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  História
 

Ribeirão Vermelho MG

É um dos menores municípios do Estado, com apenas 39 km² de território. A sede tem boa estrutura urbana, a região é montanhosa e o Rio Grande é sua principal bacia hidrográfica. O crescimento, tanto populacional quanto econômico, está ligado à implantação da ferrovia na região, pois a Estrada de Ferro Oeste de Minas ali construiu pontes, facilitou e incrementou o comércio e propiciou oportunidades de emprego. A areia é seu principal produto mineral, e a agricultura tem por base o café e o milho. O Centro Literário apóia as iniciativas culturais. O povoado nasceu em 1886, na margem oposta à foz do ribeirão Vermelho com o rio Grande, em terras de Ana Custódia do Nascimento. Ali aportou o negociante Antônio Lúcio, que ajudou a inaugurar o povoado com a denominação de Porto Alegre. Em 1888, com a construção da estação de ferro Ribeirão Vermelho, o povoado passa a ser conhecido pelo nome atual. Em 1901, cria-se o distrito, elevado à categoria de município em 1948, desmembrando-se de Lavras.


Sua população de 3.773  habitantes preserva ainda ricas manifestações populares como a Banda Lira Joaquim Braga, as Folias de Reis e o Congado. Além do turismo cultural o turismo ecológico também merece destaques como a enorme potencialidade do Rio Grande para esportes náuticos como a pesca esportiva e a conoagem, as belíssimas praias e trilhas interpretativas às suas margens, tributários e montanhas ao redor da cidade.

 

DATA DE EMPANCIPAÇÃO

27 de dezembro de 1948 - mas comemora-se no dia 26 de novembro.

 

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA

Projetada como importante ponto de gerenciamento e operações da ferrovia, foi inaugurada em 1988.

 

 

ROTUNDA

As obras da construção da rotunda de Ribeirão Vermelho, anexa às oficinas, foram concluídas em 1895 pela Cia. Estrada de Ferro Oeste de Minas, sob a supervisão do português Antônio Rodrigues de Oliveira Castro, entrando em atividade em março de 1896. Destinada a ser depósito e fazer manutenção, montagens e reparações de material rodante de bitola métrica, a rotunda, assim como as oficinas, tiveram suas estruturas montadas pela Brasilian Contracts Corporation, sendo todo o material importado de Glasgow, Escócia, ou, como nas telhas, importadas de Marseille, na França, além de equipamentos, máquinas e projetos procedentes da Inglaterra. Em relatório apresentado pelo diretor da Estrada de Ferro Oeste de Minas, eng. José de Almeida Campos Jr., ao Sr. Ministro da Viação e Obras Públicas, a rotunda de Ribeirão Vermelho é citada como tendo sofrido uma limpeza e aparece no quadro “Relações de Usinas e oficinas na bitola de 1,00 m” com os seguintes dados: Quilômetro - 293,985; Comprimento – diâmetro 75 m; largura- 6,45 m; sistema de Construção- alvenaria de pedra, tijolos, telhas francesas; Valor - 90.000$000 (noventa contos de réis). A partir da década de 1960, quando entraram em operação as locomotivas a diesel, em substituição às máquinas a vapor, num processo gradativo, a rotunda passou a ser utilizada exclusivamente para depósito de locomotivas a vapor, abrigando em seu interior várias dessas locomotivas até o ano de 1981, quando, então, a RFFSA, com a criação do Centro de Preservação da História Ferroviária de Minas Gerais em São João del Rei, resolveu recuperá-las para constituir o seu acervo. Hoje a Rotunda de Ribeirão Vermelho encontra-se desativada.

Fonte: http://www.ribeiraovermelho.mg.gov.br/Materia_especifica/6495/Historia



 


 

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